Jerônimo Francisco Coelho nasceu em 30 de setembro de 1806, em Laguna. Editou o jornal O Catharinense em 1831, o primeiro da província de Santa Catarina, ficando conhecido como “Patrono da Imprensa Catarinense”. Ainda em 1832 lançou um segundo jornal, O Expositor. Foi também membro fundador da primeira loja maçônica de Santa Catarina, em Desterro. Foi deputado da Assembleia Legislativa Provincial de Santa Catarina por seis vezes, mas não assumiu na segunda vez. Em 1846, fez a demarcações das terras da futura colônia Dona Francisca, onde hoje situa-se Joinville, e parte do território do distrito de Parati, atual Araquari. Em 2 de fevereiro de 1844 foi simultaneamente ministro da Marinha e da Guerra do Brasil. Permaneceu no cargo de ministro da Marinha até 23 de maio de 1944, e no do Exército até 26 de maio de 1845. Voltou a ocupar o cargo de ministro da Guerra de 4 de maio de 1857 até 11 de julho de 1858. Foi presidente das províncias do Grão-Pará, nomeado por carta imperial de 1º de março de 1848, entre 7 de maio de 1848 a 31 de maio de 1850, e do Rio Grande do Sul, nomeado também por carta imperial de 20 de fevereiro de 1856, entre 28 de abril de 1856 a 8 de março de 1857. É considerado o mais destacado político catarinense do século XIX, de acordo com Oswaldo Rodrigues Cabral. Há, em homenagem a Jerônimo Coelho, um busto numa praça do centro da cidade, ruas em diversas cidades e uma escola em Laguna, a E.E.B Jerônimo Coelho, fundada em 1912, ainda em atividade e uma das primeiras no país a adotar o sistema de horário integral.
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e setembro o desfile passará pela Avenida Colombo Machado Salles, no centro da cidade, com o palanque das autoridades montado em frente ao Mercado Público.
constava um vão móvel, que possibilitaria a passagem de canoas e iates que diariamente faziam o percurso entre o Porto e Cabeçudas. O assunto gerou muita polêmica, pois os técnicos da Estrada de Ferro alegavam que esta navegação era pouco importante, enquanto havia quem defendesse a construção do vão móvel, como o Engenheiro Nicolau Viriato Chaves Barcellos, encarregado pelo Ministério dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, de estudar e dar sua decisão sobre a construção do bendito vão. Baseado nos estudos do engenheiro, o Governo decidiu-se pela construção da vão móvel. A ponte funcionou até 1934, quando em 1º de setembro do mesmo ano foi inaugurada a atual Ponte Henrique Lage, que até hoje é utilizada. Aliás, esta ponte que substituiu a primeira será desativada nos próximos anos, pois com a duplicação da BR-101 uma nova ponte será construída no lugar.